Postado em domingo, 1 de abril de 2012

Após acidente, protesto é marcado no Trevo de Fama


 Da Redação

O grave acidente ocorrido no último dia 24 (sábado), que tirou a vida de cinco pessoas, acabou trazendo à tona uma velha reivindicação: mais segurança nos trevos da região. Lideranças políticas e setores da sociedade se empenharam para pressionar o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Na segunda-feira (24), às 17h, haverá um protesto pacífico no Trevo de Fama, organizado pelo gabinete do deputado estadual Pompilio Canavez (PT). A manifestação é contra o descaso do Governo em relação a BR-491.

A manifestação se intitula contrária ao “descaso” dos governos federal e estadual. “Venha se juntar a nós contra o abandono da BR 491 pelas autoridades responsáveis (...) Mostre a força da mobilização popular”, diz um comunicado, exibido no facebook, convocando a comunidade da região.

 

Nesta segunda-feira (24), às 17h, haverá um protesto pacífico no Trevo de Fama


Na quarta-feira (28), o deputado esteve na sede do Dnit, em Belo Horizonte, para questionar o órgão sobre projetos para os trevos da região, como Fama e Serrania. A informação passada ao parlamentar pelo Dnit é de que não há projetos de construção de novos trevos (como a instalação de rotatórias, por exemplo) em Fama e Serrania.

Apenas em Alfenas, em frente a Unifenas (Universidade José do Rosário Velano), há projeto aprovado pelo Dnit. Porém, é preciso ser feita a alocação de recursos. Pompilio informou que o Dnit já começou a notificar proprietários de imóveis localizados no entorno do novo trevo.

No ano passado, o Dnit investiu R$ 1,9 bilhão nas estradas federais de Minas Gerais. Para este ano, a previsão é de menos de R$ 1 bilhão.

Dnit

O engenheiro do Dnit, Alfredo Campos, ouvido durante a semana, disse que o órgão deverá melhorar “o máximo possível à sinalização” tanto no trevo de Fama quanto o de Serrania.

O engenheiro confirmou que a intenção é colocar o radar no trevo de Fama. Mas alerta que já há uma sinalização no local, indicando velocidade máxima de 60 km/h, o que não é respeitado pelos motoristas. “A impressão que temos é que o motorista não olha a placa de sinalização. Com o radar, ele sente no bolso e obedece à sinalização”, observa.

 



DEIXE SEU COMENTÁRIO

Caracteres Restantes 500

Termos e Condições para postagens de Comentários


COMENTÁRIOS

    Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

     
     
     
     

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa

Estou de acordo