Postado em terça-feira, 9 de julho de 2013 às 15:51

Alfenas está entre as cidades com demanda por cursos de colhedoras

A mecanização da cafeicultura vem refletindo na procura pelo curso gratuito de “Operação e Manutenção de Colhedoras Automotrizes” do Senar Minas.


Da Redação

A mecanização da cafeicultura vem refletindo na procura pelo curso gratuito de “Operação e Manutenção de Colhedoras Automotrizes” do Senar Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). 

Até o final de julho, serão ministrados 31 treinamentos – um aumento de 50% em relação a 2012, quando foram realizados 20 eventos durante todo o ano na Regional. Alfenas está entre os municípios para onde foram solicitados os treinamentos.

O aumento na solicitação desse curso também se estendeu ao número de municípios atendidos pelo Senar. Em 2012, dez cidades realizaram os treinamentos contra 15 neste ano que pediram, até o momento, o evento a parceiros do Senar, como Sindicatos dos Produtores Rurais, cooperativas e associações.

Foto: Divulgação/Senar

Curso de Colhedoras Automotrizes do Senar ensina técnicas de operação
e manutenção do maquinário na colheita do café

 

Além de Alfenas, a lista de solicitações para os treinamentos inclui São Sebastião do Paraíso, Piumhi, Cássia, Alterosa, Capetinga, Nova Resende, Itamogi, Carmo do Rio Claro, Guapé, Guaxupé, Muzambinho, Paraguaçu, Campestre e Machado.

Tendência

A tendência do maior pedido de cursos das colhedoras automotrizes já foi percebida na Cooparaiso (Cooperativa Regional de Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso).

“Houve aumento na compra desse maquinário e a tendência, para os próximos 3 anos, é o crescimento da colhedora nas fazendas devido à redução dos custos na colheita. Todas as propriedades terão que buscar mão de obra especializada”, disse o educador cooperativista, Ilson José Aparecido.

“O Senar entra capacitando essa mão de obra mecanizada, pois está havendo migração do trabalhador braçal para essas máquinas, além de atualizar operadores que já trabalham com outras máquinas”, explicou o educador cooperativista.

Mesmo devido ao alto valor da máquina, que gira em torno de R$ 260 mil a R$ 500 mil, muitos produtores adquiriram a colhedora para sua propriedade e ainda presta serviço para outras fazendas. “Está faltando mão de obra especializada”, contou Aparecido.

Outro local onde a tendência é percebida é na Cocapec (Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas), de Franca (SP), que possui cooperados no Sudoeste de Minas, como Capetinga, Ibiraci e Claraval. “As máquinas estão entrando mais nas propriedades cafeeiras e acreditamos que a procura pela capacitação tende a aumentar ”, disse o diretor da Cocapec, Ricardo Lima de Andrade.



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