Postado em sexta-feira, 10 de agosto de 2012 às 02:54

Primeira travessia no Lago de Furnas é marcada para novembro

Uma reunião no Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) esta semana definiu a primeira travessia na hidrovia de Furnas.


Da Redação

Uma reunião no Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) esta semana definiu a primeira travessia na hidrovia de Furnas. Batizada com o nome “Navegando no Mar de Minas”, a travessia está marcada para 17 de novembro.

O deputado estadual Pompilio Canavez (PT) é quem coordenará a travessia que sairá de Formiga passando por Capitólio, Carmo do Rio Claro até chegar a Alfenas. Servirá como inauguração do percurso e na oportunidade, informa o deputado, será apresentado o primeiro diagnóstico da hidrovia.

Em uma audiência pública, realizada em maio do ano passado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o coordenador de obras portuárias do Dnit, Paulo Roberto Godoi, apresentou um cronograma pelo qual a hidrovia deveria iniciar em 2013. Pela previsão apresentada na época, em 2012 seriam realizadas viagens experimentais, como a que foi anunciada para novembro.

 Foto: Arquivo/Alfenas Hoje

A primeira travessia da hidrovia será em novembro. Sairá de Formiga a caminho de Alfenas

A reunião em Brasília, na sede do Dnit, que definiu a primeira travessia da hidrovia do Lago de Furnas, foi na última quarta-feira (8) entre Pompilio e o diretor-executivo Tarcísio Gomes de Freitas. O deputado esteve acompanhado do prefeito de Formiga, Aloíso Veloso, secretário-geral da Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas), e o deputado federal Jaime Martins (PR/MG).

Novas fases

Após a divulgação do diagnóstico, outras fases estão previstas para a viabilização da hidrovia como a sinalização, construção de portos e a aprovação da carta náutica. O diagnóstico de viabilidade econômica é o primeiro passo para colocar em prática o projeto que deve ser concluído até 2014.

O Ministério do Transporte anunciou, em 2010, a disponibilização de uma verba de R$ 300 mil para realização do diagnóstico. Inicialmente, o projeto seria executado pela Alago, mas devido ao regime jurídico da entidade ficou inviável que a Associação dos Municípios executasse.

A saída jurídica encontrada foi firmar um convênio entre a Alago e a Unifei (Universidade Federal de Itajubá). Porém, o impasse atrasou o início do projeto.



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