Postado em quarta-feira, 17 de abril de 2024 às 07:07

Exposição permanente “Recortes da Efoa à Unifal” é aberta para visitação pública

Mostra faz parte das comemorações dos 110 anos de história da Instituição e resgata imagens e objetos que relembram a trajetória da Universidade.


 Da Redação

Está aberta para visitação pública a exposição permanente “Recortes da Efoa à Unifal-MG” no Museu da Memória e Patrimônio da Universidade. A mostra faz parte da programação dos 110 anos da Instituição e resgata imagens e objetos que relembram a trajetória da Universidade desde a sua fundação em 1914, como Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas (Efoa).

A abertura aconteceu no dia 4 de abril, na entrada do simbólico prédio A, na Praça Dr. Emílio da Silveira, prédio que abrigou as instalações da então Efoa. Atualmente, o local abriga o Museu da Memória e Patrimônio, e também a Fundação de Apoio à Cultura, Ensino, Pesquisa e Extensão de Alfenas (Facepe). O momento contou com a apresentação cultural da Orquestra Popular da Unifal.

A exposição “Recortes da Efoa à Unifal” está aberta para visitação pública das 7h às 11h e das 13h às 17h. Visitações para grupos (escolares ou não) podem ser agendadas pelo e-mail mmp@unifal-mg.edu.br, para qualquer uma das exposições/espaços como o projeto Macrocélula, o Museu de História Natural e a exposição recém-inaugurada.

No final de semana, dias 13 e 14 de abril, o museu realizou mais uma edição de “Uma Noite no Museu” e “O Museu e a Feira”. No sábado, o museu abriu para visitação, das 18h às 21h, e contou com a palestra “Contribuições dos povos indígenas para o pensamento histórico e para as políticas de patrimônio”, a ser ministrada pelo professor Walter Francisco Figueiredo Lowande, do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL). Na manhã de domingo, a programação previa a visitação às exposições e a “Oficina com sementes de Juerana”, a ser conduzida pela discente do curso de Pedagogia, Kwana Pataxó.

Durante a cerimônia de inauguração da mostra, os presentes foram surpreendidos pelo gesto de Carlos Santiago, um cidadão em condição de pessoas em situação de rua, que estando entre os participantes da cerimônia, espontaneamente realizou a primeira doação ao projeto Amigos do Museu. “Que esse gesto sirva de exemplo para todos nós”, disse o chefe de gabinete da Prefeitura de Alfenas, Gilberto França, na ocasião.

 

110 anos de história são retratados na exposição (Foto: Divulgação/Unifal)



Na cerimônia, a professora Andréa Mollica do Amarante Paffaro, diretora do Museu da Memória e Patrimônio, e responsável pela coordenação Sistema de Museus, Arquivos Históricos e/ou Centros de Documentação, explicou que a exposição marca os 110 anos da Instituição, uma vez que busca recordar a história de fundação. “A história da Unifal se mescla com a história do município de Alfenas. O município tinha 54 anos quando o professor Leão de Faria conseguiu montar a Escola de Farmácia e Odontologia”, disse.

Conforme a diretora, a exposição foi nomeada de “Recortes da Efoa à Unifal” porque procura reconstituir a trajetória da Universidade ao mesmo tempo em que pretende construir memórias para o futuro. “Foi um trabalho de muitas mãos para restaurar, inventariar, para escolher cada uma dessas peças”, compartilhou. “Nós temos que ter fragmentos dessa história para recordar e ao mesmo tempo em que foi uma felicidade muito grande cada descoberta, a gente sentiu o quanto cada um de nós tem a contar ainda, porque a história da Unifal se mescla com a história do município e com cada um de nós”, destacou.

 



Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa

Estou de acordo