Postado em terça-feira, 20 de outubro de 2015 às 13:27

Era arma. Virou veneno

Depois de vencer várias partidas recorrendo a jogadas aéreas, Atlético vem sofrendo com gols de cabeça dos adversários, perdendo pontos preciosos na briga pelo título


Do Super Esportes
 
Uma das armas mais letais em seus títulos expressivos nos últimos anos, o jogo aéreo se tornou uma espécie de vilão do Atlético em partidas recentes pelo Campeonato Brasileiro. Assim como ocorreu no desastre de domingo diante do Sport por 4 a 1, essas falhas contribuíram decisivamente para que a equipe deixasse de somar pontos preciosos e visse o Corinthians abrir oito de vantagem sobre os mineiros na competição. A sete rodadas do fim, esta é a maior diferença do líder para o vice-líder.
 
O técnico Levir Culpi reconhece a necessidade de corrigir os erros pontuais para tentar o último suspiro em busca do bicampeonato: “São várias situações que antes não ocorriam e agora vêm nos prejudicando. Tivemos contra o Sport uma repetição de um erro que ocorreu contra o Internacional, numa bola parada, na semana passada. Não conseguimos corrigir e precisamos trabalhar. Esta bola aérea pode decidir uma partida, tanto a favor quanto contra”.
 
Dos 35 gols sofridos pelo Galo no Brasileiro, oito foram de cabeça. Alguns deles impediram a equipe de sair com os três pontos, como nos empates por 2 a 2 contra Palmeiras, no turno, e Joinville, no returno. O zagueiro Matheus Ferraz, do Sport, marcou duas vezes dessa forma contra os mineiros – havia feito na derrota por 2 a 1, no Mineirão, e abriu o caminho dos 4 a 0 no Recife. Esse quesito era um dos pontos fortes do time alvinegro desde o vice-campeonato nacional de 2012, quando a zaga titular ainda era formada por Leonardo Silva e Réver e se destacava pela forte presença no setor ofensivo.



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