Postado em quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 16:33

Nas categorias de base do Cruzeiro, neto de Pelé marca primeiro gol e quer sair da "sombra" do avô

Atacante marca seu primeiro gol pelo juvenil do Cruzeiro e quer provar que tem brilho próprio. Ele prefere tratar sob reserva o parentesco com Pelé e sonha chegar à Seleção


Do Super Esportes
 
Em 1966, o Cruzeiro se tornava a maior expressão do futebol brasileiro ao ganhar a Taça Brasil – seu primeiro título nacional – sobre o poderoso Santos, de Pelé, goleando por 6 a 2, no Mineirão, e ganhando por 3 a 2 no Pacaembu. E por uma dessas peças do destino, o time que foi o carrasco da equipe do maior jogador do mundo se torna, agora, a esperança de futuro para o neto de ninguém menos que sua majestade. Octávio Felinto Neto, de 17 anos, está há três meses treinando na Toca da Raposa I. Ele é filho de Sandra Regina Arantes do Nascimento Felinto, que só foi reconhecida pelo Rei como filha em 1996, após uma longa batalha judicial. O desafio deste atacante destro, que atua pelos dois lados do campo, é a realização de um sonho: tornar-se jogador de futebol profissional e, se possível, um dia chegar à Seleção Brasileira.
 
A ligação com Pelé, porém, ele prefere deixar em segundo plano, na esperança de ser reconhecido pelo próprio brilho. É raro se abrir com alguém a respeito do assunto. Ele chegou ao Cruzeiro levado pelo ex-centroavante Fábio Júnior, que o conheceu quando esteve no Guarani de Divinópolis para a disputa do Campeonato Mineiro. Segundo Emerson Cunha, supervisor do juvenil do clube, ninguém sabia sobre o parentesco de Octávio. “Nem eu mesmo. Parece que o Fábio Júnior contou aos diretores, mas não falou nada com a gente. Fui eu quem descobriu há pouco tempo, quando fui tratar do registro dele. Assustei quando vi o nome do avô. Mas não contei nada a ninguém. Não sei como descobriram.”
 
Octávio diz que, a partir do momento em que os companheiros ficaram sabendo, tudo mudou, ainda que alguns continuassem a chamá-lo pelo nome. “Mas muita gente passou a me chamar de Pelé e Pelezinho.”




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